Na Rádio Rural: Malaguty nega invasão a terreno da Cehap e ataca Célio Alves
O vereador guarabirense Armando Malaguty, do PMDB, foi entrevistado no radiofônico Giro de Notícias, da Rádio Rural de Guarabira nesta terça-feira (11) e falou sobre uma possível invasão patrocinada por ele em terreno pertencente à Companhia Estadual de Habitação Popular da Paraíba, localizado às margens da PB -073, na saída para Mari.
De acordo com o parlamentar, não houve invasão nenhuma porque a área que está sendo construída estava antes erguido o prédio do Marinas Restaurantes e o muro foi demolido pela Prefeitura de Guarabira.
“Eu não invadi terreno da Cehap e vou provar isso na Justiça apresentando documentos que comprovam isso. O local onde estou fazendo um galpão antes estava construído o Marinas e o prefeito de Guarabira derrubou o muro. Então, não existe essa história de invasão. Pode procurar o cartório que qualquer um vai constatar”, assegurou Malaguty.
A pesar de afirmar que a área lhe pertence, o vereador não apresentou a escritura pública, documento comprobatório da posse de terras. Até o presente momento só existe um alvará de construção datado do final de 2012, assinado pelo estão secretário Manoel Clementino, autorizando construir em terreno pertencente à Cehap.
Ainda durante a entrevista, Armando revelou ter apresentado um projeto de lei para ser apreciado pela Câmara de Vereadores, que versa sobre a proibição do poder público demolir quaisquer que sejam os prédios que estejam erguidos em terreno pertencente ao Estado ou Prefeitura, localizados às margens das rodovias em perímetro urbano.
Perguntado se a iniciativa não seria legislar em causa própria, o parlamentou negou que esteja se utilizando da prática e argumentou ser contra a demolição de prédios onde foram investidos valores de muitas pessoas e onde muitos já residem ou mantém estabelecimentos comerciais.
ATAQUE AOS GIRASSÓIS
Malaguty partiu para o ataque contra os integrantes do Grupo Girassóis de Guarabira e elegeu como alvo o presidente do PSB do município, Célio Alves. Utilizando uma expressão pejorativa ao se referir ao dirigente partidário como “Célio de Mari”, o vereador considera que o dirigente partidário desagrega ao não ter lhe concedido uma audiência para discutir os problemas de Guarabira e negou que seu interesse na audiência fosse para pleitos ligados a cargos na gestão socialista.