Deputado Tião Gomes é tachado de coronel
Depois de presidir o PSL de João Pessoa nos últimos anos, o vereador Sérgio da Sac está deixando a legenda, capitaneada no Estado pelo deputado Tião Gomes, pela porta dos fundos. É que o parlamentar foi convidado a deixar a sigla por imposição da executiva estadual.
A “expulsão” dos quadros da sigla, no entanto, não foi bem digerida pelo parlamentar. Nesta quinta-feira (13), por exemplo, Sac classificou Gomes como “um coronel” durante a sessão na Câmara Municipal de João Pessoa.
A fala aconteceu durante um aparte ao discurso que o vereador Bruno Farias (PPS) fazia contra o Partido dos Trabalhadores (PT).
“O que existe de pior na política é que muitos partidos estão sendo presididos por coronéis. O meu partido mesmo aqui na Paraíba é comandado por um coronel, que é o deputado Tião Gomes. É lamentável”, enfatizou.
Sem legenda, por pouco tempo, o parlamentar, no entanto, deve agora ingressar nos quadros do PT, seguindo assim a orientação do prefeito Luciano Cartaxo.
A “expulsão” dos quadros da sigla, no entanto, não foi bem digerida pelo parlamentar. Nesta quinta-feira (13), por exemplo, Sac classificou Gomes como “um coronel” durante a sessão na Câmara Municipal de João Pessoa.
A fala aconteceu durante um aparte ao discurso que o vereador Bruno Farias (PPS) fazia contra o Partido dos Trabalhadores (PT).
“O que existe de pior na política é que muitos partidos estão sendo presididos por coronéis. O meu partido mesmo aqui na Paraíba é comandado por um coronel, que é o deputado Tião Gomes. É lamentável”, enfatizou.
Sem legenda, por pouco tempo, o parlamentar, no entanto, deve agora ingressar nos quadros do PT, seguindo assim a orientação do prefeito Luciano Cartaxo.
Peemedebista compara gestões de RC e de Cartaxo em JP e põe petista em saia justa
Pretenso candidato à prefeitura de João Pessoa pelo PMDB nas eleições municipais de 2016, o deputado estadual Gervásio Maia fez hoje, quinta-feira (13), uma comparação entre as últimas gestões na Capital, mais especificamente entre as do PSB e a do PT e acabou colocando o atual prefeito, Luciano Cartaxo (PT), em uma saia justa, ao minimizar o trabalho da atual administração.
“Cada um no PMDB tem o seu ponto de vista. Você veja que no âmbito partidário, nós do PMDB, temos tido opiniões muito diversificadas. Eu tenho minha opinião formada. Sobre a questão da gestão municipal em João Pessoa, todos sabem que em 2012 tivemos a candidatura de Maranhão à prefeitura e, como perdemos, no segundo turno, parte do PMDB, e eu me incluo nessa parte, votamos com Luciano Cartaxo, então, o que eu posso dizer é que nós alimentamos uma expectativa muito grande nele, sobretudo por ter sido o único prefeito do PT eleito em uma Capital do Nordeste. Nós imaginávamos que ele pudesse agregar lá em Brasília, com seu grupo, muitos recursos, para fazer com que João Pessoa seguisse aquilo que vinha sendo realizado na gestão de Ricardo Coutinho, a qual eu sempre fiz questão de enaltecer e elogiar, até porque acompanhei de perto, meu pai foi um de seus auxiliares, e foi uma gestão operosa, mas na de Cartaxo não foi o que aconteceu, eu imaginei que a coisa fosse seguir por um caminho e não seguiu”, lamentou.
Já sobre a gestão socialista, sob o comando de Ricardo Coutinho, Gervásio foi só elogios.
“Veja que nos dois primeiros anos de governo à frente da prefeitura Ricardo Coutinho fez um terminal de integração, depois a reforma do Mercado Central, seguida da Estação Ciência, depois o conjunto Gervásio Maia, a duplicação da Pedro II, as alças da beira rio, recuperou escolas e praças, construiu creches, ou seja, foi uma gestão que até hoje vemos como operosa e isso infelizmente não aconteceu com Luciano.Atualmente vemos a situação da obra da Lagoa, obra que se arrasta e congestiona o transito, sem falar da obra da Beira Rio que não sai do canto. Eu penso que Luciano, na minha avaliação, deixou muito a desejar”, comparou.
O apoio de Gervásio à gestão socialista, no entanto, nem sempre foi de “paz e amor”. Na legislatura passada o parlamentar engrossou as fileiras de oposição ao governador Ricardo Coutinho (PSB), tecendo críticas tanto na tribuna da Casa, quanto na imprensa.
Agora, nos bastidores, já se fala na possibilidade de o peemedebista mudar de legenda e disputar a prefeitura da Capital pelos braços do PSB. O parlamentar, contudo, descarta tal possibilidade, pelo menos por enquanto.
“Cada um no PMDB tem o seu ponto de vista. Você veja que no âmbito partidário, nós do PMDB, temos tido opiniões muito diversificadas. Eu tenho minha opinião formada. Sobre a questão da gestão municipal em João Pessoa, todos sabem que em 2012 tivemos a candidatura de Maranhão à prefeitura e, como perdemos, no segundo turno, parte do PMDB, e eu me incluo nessa parte, votamos com Luciano Cartaxo, então, o que eu posso dizer é que nós alimentamos uma expectativa muito grande nele, sobretudo por ter sido o único prefeito do PT eleito em uma Capital do Nordeste. Nós imaginávamos que ele pudesse agregar lá em Brasília, com seu grupo, muitos recursos, para fazer com que João Pessoa seguisse aquilo que vinha sendo realizado na gestão de Ricardo Coutinho, a qual eu sempre fiz questão de enaltecer e elogiar, até porque acompanhei de perto, meu pai foi um de seus auxiliares, e foi uma gestão operosa, mas na de Cartaxo não foi o que aconteceu, eu imaginei que a coisa fosse seguir por um caminho e não seguiu”, lamentou.
Já sobre a gestão socialista, sob o comando de Ricardo Coutinho, Gervásio foi só elogios.
“Veja que nos dois primeiros anos de governo à frente da prefeitura Ricardo Coutinho fez um terminal de integração, depois a reforma do Mercado Central, seguida da Estação Ciência, depois o conjunto Gervásio Maia, a duplicação da Pedro II, as alças da beira rio, recuperou escolas e praças, construiu creches, ou seja, foi uma gestão que até hoje vemos como operosa e isso infelizmente não aconteceu com Luciano.Atualmente vemos a situação da obra da Lagoa, obra que se arrasta e congestiona o transito, sem falar da obra da Beira Rio que não sai do canto. Eu penso que Luciano, na minha avaliação, deixou muito a desejar”, comparou.
O apoio de Gervásio à gestão socialista, no entanto, nem sempre foi de “paz e amor”. Na legislatura passada o parlamentar engrossou as fileiras de oposição ao governador Ricardo Coutinho (PSB), tecendo críticas tanto na tribuna da Casa, quanto na imprensa.
Agora, nos bastidores, já se fala na possibilidade de o peemedebista mudar de legenda e disputar a prefeitura da Capital pelos braços do PSB. O parlamentar, contudo, descarta tal possibilidade, pelo menos por enquanto.
13 de Agosto de 2015
Maior bancada na CMCG deve abandonar PROS e Romero Rodrigues
Integrantes da maior bancada constituída na Câmara Municipal de Campina Grande, os quatro vereadores do PROS devem abandonar o partido em bloco e se filiar a uma legenda aliada do governador Ricardo Coutinho (PSB).
A bancada, presidida no estado pelo ex deputado Major Fábio, é formada pelos vereadores Pimentel Filho, Alexandre do Sindicato, Cícero Buchada e Ivan Batista.
Segundo informações dos bastidores, os quatro vereadores já estariam com as malas para deixar em bloco a legenda nas próximas semanas.
Os parlamentares fazem parte da base que dá sustentação política ao prefeito Romero Rodrigues (PSDB) e, caso deixem o PROS, poderão migrar para a oposição.
Recentemente alguns membros da legenda manifestaram a insatisfação com o desprestítgio na gestão tucana.
O presidente da Casa Pimentel Filho chegou a a afirmar que o PROS era o maior partido e a maior bancada, e claro que queria participar da gestão.
"Nós somos do governo e queremos participar. É uma necessidade do partido de dizer estamos aqui, trabalhamos e queremos dar nossa contribuição dentro da administração”disse.
A bancada, presidida no estado pelo ex deputado Major Fábio, é formada pelos vereadores Pimentel Filho, Alexandre do Sindicato, Cícero Buchada e Ivan Batista.
Segundo informações dos bastidores, os quatro vereadores já estariam com as malas para deixar em bloco a legenda nas próximas semanas.
Os parlamentares fazem parte da base que dá sustentação política ao prefeito Romero Rodrigues (PSDB) e, caso deixem o PROS, poderão migrar para a oposição.
Recentemente alguns membros da legenda manifestaram a insatisfação com o desprestítgio na gestão tucana.
O presidente da Casa Pimentel Filho chegou a a afirmar que o PROS era o maior partido e a maior bancada, e claro que queria participar da gestão.
"Nós somos do governo e queremos participar. É uma necessidade do partido de dizer estamos aqui, trabalhamos e queremos dar nossa contribuição dentro da administração”disse.
Secretário de Esportes da PB diz estar pronto para disputar PMJP
Citado pelo secretário de Comunicação Institucional do Governo do Estado, Luís Tôrres, como um dos possíveis quadros do PSB para disputar a prefeitura de João Pessoa, nas eleições municipais de 2016, o secretário de Esportes Tibério Limeira não fugiu ao desafio e disse, em entrevista nesta quinta-feira (13) que, se convocado, estará pronto para encarar o disputa.
O auxiliar se colocou como um militante socialista e, acima de tudo, um soldado do partido, porém, ressaltou que existem outros nomes na sigla, com mais bagagem política que a dele, mais aptos para encarar uma disputa desse potencial, caso o PSB decida pela candidatura própria na Capital.
“A gente, como militante, agente público e político, tem que estar preparado para qualquer desafio. Na gestão pública eu estou cumprindo também uma gestão partidária. Foi através do PSB que eu fui chamado para compor os quadros da prefeitura, quando Ricardo era prefeito, agora fui chamado para ser secretário da gestão estadual, então, como militante e dirigente partidário, estou preparado para cumprir qualquer missão, mas entendo que tem companheiros como a deputada Estela, e o secretário João Azevêdo, que estão naturalmente um passo à frente, não pela idade, ou porque eu seja inferior, mas sim porque acumulam uma carga maior de experiência na gestão e na política, e tem condições naturalmente de representar o PSB em qualquer disputa”, disse.
Limeira deixou claro, no entanto, que não há nada de concreto em torno de uma postulação da legenda na Capital, até porque ainda existe a aliança com o Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, no momento certo o partido fará as avaliações da atual gestão e decidirá se a apoiará, ou se se colocará como um projeto alternatvo.
“Quero ressaltar que a candidatura do PSB em João Pessoa não é algo consolidado. A gente recebeu o apoio do PT em 2-14, apoiamos o nome de Lucélio para o Senado, ele hoje faz parte dos quadros do governo, mas também estamos acompanhando as mudanças nas regras do processo, e o PSB está avaliando o melhor caminho a seguir e vai tomar a decisão no momento certo. Eu, por exemplo, como militante, me coloco para cumprir qualquer tarefa”, explicou.
Caso não seja o escolhido para disputar à PMJP, o secretário de Esportes não descartou a possibilidade de postular uma das 27 cadeiras na Câmara Municipal de João Pessoa.
“Eu sou militante e dirigente partidário. Sou um soldado do PSB e estou disposto para enfrentar qualquer missão que derem. Se a missão for disputar uma cadeira na Câmara, disputarei com muita alegria e muita honra, defendendo as bandeiras do meu partido, que é o mais importante”, ressaltou.
O auxiliar se colocou como um militante socialista e, acima de tudo, um soldado do partido, porém, ressaltou que existem outros nomes na sigla, com mais bagagem política que a dele, mais aptos para encarar uma disputa desse potencial, caso o PSB decida pela candidatura própria na Capital.
“A gente, como militante, agente público e político, tem que estar preparado para qualquer desafio. Na gestão pública eu estou cumprindo também uma gestão partidária. Foi através do PSB que eu fui chamado para compor os quadros da prefeitura, quando Ricardo era prefeito, agora fui chamado para ser secretário da gestão estadual, então, como militante e dirigente partidário, estou preparado para cumprir qualquer missão, mas entendo que tem companheiros como a deputada Estela, e o secretário João Azevêdo, que estão naturalmente um passo à frente, não pela idade, ou porque eu seja inferior, mas sim porque acumulam uma carga maior de experiência na gestão e na política, e tem condições naturalmente de representar o PSB em qualquer disputa”, disse.
Limeira deixou claro, no entanto, que não há nada de concreto em torno de uma postulação da legenda na Capital, até porque ainda existe a aliança com o Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, no momento certo o partido fará as avaliações da atual gestão e decidirá se a apoiará, ou se se colocará como um projeto alternatvo.
“Quero ressaltar que a candidatura do PSB em João Pessoa não é algo consolidado. A gente recebeu o apoio do PT em 2-14, apoiamos o nome de Lucélio para o Senado, ele hoje faz parte dos quadros do governo, mas também estamos acompanhando as mudanças nas regras do processo, e o PSB está avaliando o melhor caminho a seguir e vai tomar a decisão no momento certo. Eu, por exemplo, como militante, me coloco para cumprir qualquer tarefa”, explicou.
Caso não seja o escolhido para disputar à PMJP, o secretário de Esportes não descartou a possibilidade de postular uma das 27 cadeiras na Câmara Municipal de João Pessoa.
“Eu sou militante e dirigente partidário. Sou um soldado do PSB e estou disposto para enfrentar qualquer missão que derem. Se a missão for disputar uma cadeira na Câmara, disputarei com muita alegria e muita honra, defendendo as bandeiras do meu partido, que é o mais importante”, ressaltou.
Janot reconduz Eitel Santiago na vice-presidência do Conselho Superior do MPF
O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, deu posse, na manhã desta quinta-feira (13), a novos Conselheiros do Conselho Superior do Ministério Público Federal – CSMPF, eleitos em junho de 2015 para mandato de dois anos. Dentre os quatro Subprocuradores que pleitearam a recondução, apenas o paraibano Eitel Santiago de Brito Pereira conseguiu a reeleição e permanece integrando o Colegiado.
Presidido pelo Procurador Geral da República – PGR, o CSMPF é o órgão colegiado de deliberação máxima da instituição. O MPF é integrado por mais de 1200 Procuradores da República em todo o Brasil. Na cúpula da instituição, trabalhando em Brasília perante os Tribunais Superiores, há apenas 74 Subprocuradores da República, dentre os quais 10 integram o CSMPF. O Vice-Presidente do Colegiado, por sua vez, também é eleito para mandato bienal por seus pares. Desde março de 2014, Eitel Santiago é Vice-Presidente eleito do CSMPF e, nessa condição, poderá exercer o cargo de Procurador Geral da República, se houver vacância, como prevê a Lei Complementar 75/93.
Aprovado em concurso público de provas e títulos, Eitel Santiago ingressou na carreira em 1984 e, no ano de 1996, foi promovido, por merecimento, para a Subprocuradoria-Geral da República. Já trabalhou perante as turmas criminais e a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça, bem como junto à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. Já coordenou a 1ª e a 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF. Entre 2005 e 2007, foi o Corregedor-Geral do MPF.
Mestre em Direito e Sociedade pelo IDP e Professor de Direito Constitucional da UFPB, Eitel Santiago é membro efetivo da Academia Paraibana de Letras Jurídicas e autor dos livros “Origem e Justificação do Estado” (2006), “Política, Ética e Estado” (2010) e “Função Constituinte da Jurisdição Constitucional” (2014).
Presidido pelo Procurador Geral da República – PGR, o CSMPF é o órgão colegiado de deliberação máxima da instituição. O MPF é integrado por mais de 1200 Procuradores da República em todo o Brasil. Na cúpula da instituição, trabalhando em Brasília perante os Tribunais Superiores, há apenas 74 Subprocuradores da República, dentre os quais 10 integram o CSMPF. O Vice-Presidente do Colegiado, por sua vez, também é eleito para mandato bienal por seus pares. Desde março de 2014, Eitel Santiago é Vice-Presidente eleito do CSMPF e, nessa condição, poderá exercer o cargo de Procurador Geral da República, se houver vacância, como prevê a Lei Complementar 75/93.
Aprovado em concurso público de provas e títulos, Eitel Santiago ingressou na carreira em 1984 e, no ano de 1996, foi promovido, por merecimento, para a Subprocuradoria-Geral da República. Já trabalhou perante as turmas criminais e a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça, bem como junto à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. Já coordenou a 1ª e a 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF. Entre 2005 e 2007, foi o Corregedor-Geral do MPF.
Mestre em Direito e Sociedade pelo IDP e Professor de Direito Constitucional da UFPB, Eitel Santiago é membro efetivo da Academia Paraibana de Letras Jurídicas e autor dos livros “Origem e Justificação do Estado” (2006), “Política, Ética e Estado” (2010) e “Função Constituinte da Jurisdição Constitucional” (2014).